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    Dia da Mulher: Continua a discriminação laboral PDF Imprimir e-mail
    08-Mar-2010

    a_mulher_igualdade.jpgCem anos depois de criado o Dia Internacional da Mulher, que hoje se comemora, continuamos a assistir a inúmeros actos de discriminação por todo o mundo, Portugal incluído, apesar das leis, quotas, discursos e outras projectos, sem que se verifique uma verdadeira igualdade em termos de oportunidades.

     

    A violência e a discriminação laboral continuam a ser os principais óbices que a mulher  continua a enfrentar  dez anos depois de termos entrado novo século, o século das promessas e das intenções, que continuam a não passar disso mesmo.

     

    Com o aproximar do dia de hoje e à semelhança do que acontece todos os anos por esta altura, mais uma vez,  os diversos relatórios nacionais ou internacionais, alertam para o facto de as mulheres continuarem a enfrentar barreiras condicionantes quando se trata de ascenderem a lugares de topo em igualdade com os homens.

     

    Já sabemos que em Portugal a mulher tem visto a sua situação algo melhorada em relação ao resto da Europa e até do mundo, mas mesmo assim e segundo dizem esses mesmos relatórios, somente dezasseis por cento de portuguesas é que exercem funções de chefia.

     

    Já vai sendo tempo de acabar com os discursos e discursetas, é tempo de se ultrapassarem  as proclamadas intenções, é tempo de acabar com as quotas, é tempo de dar à mulher as mesmas oportunidades em função das suas competências e capacidades demonstradas.

     

    Se olharmos por exemplo para o sector da segurança privada, aquele em que diariamente damos o nosso melhor, sem que haja qualquer diferença relativamente aos homens, na prestação do serviço que efectuamos, perguntamos: quantas mulheres desempenham cargos de chefia ao nível do topo?

     

    Será que teremos de esperar mais cem anos e repetir a licenciatura, para termos a mulher em igualdade de circunstâncias neste sector de actividade, por exemplo?

     

    AnaOfir

    Vigilante/Chefe de Grupo

     
    Mais uma triste alusão à Segurança Privada PDF Imprimir e-mail
    06-Mar-2010

    juliosantos_250x42vv.pngMais uma vez alguém com responsabilidades vem “analisar” a prestação da segurança privada de forma muito pouco realista. Depois de um sindicalista, temos um oficial da PSP a escrever sobre o tema, por isso importa reflectir-mos sobre os reais motivos que levam a tanta opinião no mesmo sentido, num tão reduzido espaço temporal.

     

    Nos últimos tempos temos assistido em alguns órgãos de comunicação social a elementos ligados à PSP a avisarem dos perigos da Segurança Privada. Estranho esse comportamento porquanto ele é comum a dirigentes sindicais e a Comandantes.

     

    Importa colocar neste debate alguns factores que considero importantes:

     

    • - As competências da Segurança Privada estão enquadradas por Legislação própria da qual destacamos o DL 35/2004 e toda a sua regulamentação posterior;

    • - Compete à PSP, através da Sua Direcção Nacional a fiscalização da Segurança Privada e aí, Senhor Comandante, a PSP tem cometido algumas falhas, se dúvidas houvesse é só identificar as empresas que operam à margem da Lei, algumas delas para organismos do próprio Estado;

     

    • - Também não concordo com o Senhor Comandante quando afirma que a lógica da Segurança privada entronca numa lógica que a segurança pública não pode responder, pois gostaria que o Senhor Comandante esclarece-se em que lógica enquadra os serviços “gratificados” prestados por Agentes da PSP, cuja formação, equipamento, transportes e parte do fardamento são pagos pelo erário público. Não serão estes serviços prestados nas lojas, centros comerciais, bombas de gasolina a prestação de serviços de segurança privada?  Importa também referir que quando esses Agentes estão nesses serviços remunerados também é o cliente que “manda” no serviço, pois é ele que o paga (mas não paga a sua especialização, essa pagamos todos nós)

    • - Para os mais esquecidos importa recordar que durante toda a existência de segurança privada em Portugal, até 2004, as empresas de segurança privada eram detidas e/ou tinham nos seus quadros oficiais de policia e coronéis das forças armadas reformados que não vendo continuidade nas sua carreiras publicas vinham colocar ao serviço, da agora tão atacada segurança privada, todo o seu conhecimento. Conheço casos concretos e decerto o Senhor Comandante também os conhecerá.

     

    Será o facto do sector da segurança privada fechar cada vez mais portas aos que saem da segurança pública que conduz a tanto ataque?

     

    Ou será mesmo receio da perda dos serviços de “gratificado” que como sabemos, infelizmente, são o garante dum ordenado digno a tantos Agentes da PSP em sacrifício dos próprios, das suas famílias e dos cidadãos que tanto precisam deles nos locais certos a efectuar os serviços para os quais foram contratados pelo Estado?

     

    São tudo questões que importa considerar quando um elemento com tanta responsabilidade na segurança pública faz alusões à segurança privada. Pareceu-me este artigo de opinião, uma campanha publicitária mal direccionada estava mesmo tentado a afirmar em linguagem popular “que foi um tiro no pé”.

     

    Júlio Santos

    www.juliosantos.net

     
    Que se avivem memórias!!! PDF Imprimir e-mail
    05-Mar-2010

    agenda.jpgQuando determinadas informações nos chegam dúbias, nada melhor que esclarecer ou seja pôr “Preto no Branco”.

     

    Estou na segurança privada ininterruptamente há cerca de 19 anos. Desde então sigo com alguma atenção todos os acontecimentos relacionados com a actividade.

     

    Recuando no tempo, se nos localizarmos em 2007, mais concretamente no dia 16 de Junho é realizado o “1º Encontro de Vigilantes na Voz do Operário”, promovido e divulgado pelo Portal da Vigilância. O propósito deste encontro foi dar a conhecer, discutir e tentar encontrar soluções para os muitos problemas que já existiam no sector. O objectivo foi reunir Vigilantes independentemente das vertentes, politicas ou religiosas de cada um, em torno de interesses comuns.

     

    Este foi conhecido como o primeiro encontro nacional de Vigilantes. O primeiro encontro de vigilantes em que participei aconteceu anteriormente, promovido pelo Partido Comunista Português, no centro de trabalho Vitória, na Av. Da Liberdade em Lisboa, com a presença da deputada Odete Santos. Esta iniciativa esteve aberta a Vigilantes comunistas e não comunista. Também este encontro foi divulgado, e bem, pelo portal.

     

    A Petição

     

    Eu e um outro vigilante da “ESEGUR”, associando a nossa experiência profissional e conhecedores dos inúmeros problemas com que nos confrontamos, fizemos um levantamento dos problemas mais evidentes. Foram sensivelmente 20 tópicos que referenciamos.

     

    É a partir daqui que um grupo de Vigilantes de vários credos religiosos e políticos se empenham seriamente em recolher uns milhares de assinaturas para fazer chegar a petição à Assembleia da República, onde vários deputados intervieram sobre as matérias nela contidas, incluindo o deputado do P.C.P António Felipe, entre outros. (ver boletim Janeiro / Fevereiro 2010).

     

    Independentemente de reconhecer o direito de qualquer partido político apresentar as iniciativas que entender, parece-me abusivo que alguém queira atribuir ao encontro do B.E, o surgimento da petição e, ver no B.E o grande defensor dos vigilantes. Todos os contributos que vierem em defesa dos interesses dos vigilantes são bem vindos.

     

    Vivemos maus momentos. Não me parece que os problemas dos vigilantes se resolvam com associações, movimentos, clubes ou qualquer outro tipo de grupo similar.

     

    Proclamemos uma só luta, enquadrada na nossa associação de classe, o sindicato. Se o sindicato está a funcionar mal, também temos responsabilidades nisso, porque não somos associados ou não participamos na vida do sindicato.

     

    Não podemos ver o sindicato só quando nos surge um problema laboral e vamos a correr ao sindicato. Resolvido ou não o problema, esquecemos a existência do sindicato.

     

    Vigilantes de todo o País Uni-vos!!!

     

    CHE

    Vigilante

     
    APPS: Novo Curso "Tecnicas de Imobilização" PDF Imprimir e-mail
    04-Mar-2010

    apps150.gifSolicita-nos a APPS - Associação dos Profissionais de Protecção e Socorro, a divulgação de um NOVO curso sobre "TÉCNICAS DE IMOBILIZAÇÃO EM AMBIENTES HOSTIS"  que se realizará nos próximos dias 13 e 14 de Março.

     

    Para mais informações acerca do referido curso, devem  consultar o site daquela Associação no seguinte endereço: http://www.apps.pt/

     
    Opinião: A segurança privada PDF Imprimir e-mail
    04-Mar-2010

    setubalnarede40.png Tradicionalmente, a Segurança tem sido assumida como uma das funções de soberania do Estado. As funções de segurança activa e passiva foram monopolizadas pelo Estado moderno de forma progressiva desde o século XVIII e a criação de forças policiais azuis garantiu durante o século XIX e XX que as tarefas de vigilância, protecção e reacção criminal públicas sublinhavam esse domínio estatal sobre o uso da força legítima no domínio interno. As formas de segurança privada forma sendo repudiadas e em muitos casos criminalizadas.

     

    Durante todo o século XX a segurança foi assegurada por forças policiais, quase em regime de exclusividade, assumindo o papel de controlo e vigilância do espaço público e dos comportamentos no espaço público.

     

    As múltiplas alterações que se foram produzindo na natureza do próprio Estado a partir da década de 60 levaram a que o cenário da segurança se fosse metamorfoseando. O advento da segurança privada é visto por alguns, optimistas, como complementar ao papel do Estado, enquanto outros vêem no crescimento acentuado desta indústria uma alienação das funções do Estado e que mais cedo ou mais tarde se lhe sobreporá. O terceiro mundo assiste a alguns destes cenários.

     
    Greve Geral na Função Pública PDF Imprimir e-mail
    04-Mar-2010

    greve_geral_funcaopublica.jpg08:30 - Lisboa - As organizações sindicais fizeram esta manhã um balanço da greve geral da Função Pública que começou à meia-noite. De acordo com os sindicatos a greve na área da Saúde e na área da grande Lisboa atingiu um máximo de 90 por cento, nomeadamente no Hospital de São José, onde existiriam confrontos entre as autoridades e os sindicalistas.

     

    No Hospital de São José, em Lisboa, a polícia e os dirigentes sindicais envolveram-se em confrontos verbais o que conduziu a um conflito que foi prontamente condenado pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, encabeçada por Ana Avoila.

     
    Reforço de Segurança nas Prisões PDF Imprimir e-mail
    04-Mar-2010

    Ministro da Justiça admite "problemas nas prisões do Linhó, Alcoentre e Castelo Branco" e vai colocar mais guardas. O número de reclusos aumentou em 2009 e nos dois primeiros meses de 2010 para 11 322 presos (em 2008 eram 10 807), 250 dos quais são inimputáveis e estão internados em estabelecimentos psiquiátricos.

     

    prisoes.jpg

    Os guardas prisionais consideram "uma lufada de ar fresco" a admissão de 300 novos profissionais anunciada ontem pela tutela, embora defendam a abertura de um novo concurso ainda este ano para reforço da segurança das prisões.

     

    A Direcção Geral dos Serviços Prisionais tem a decorrer um concurso para admissão de 300 novos guardas prisionais, que o ministro da Justiça, Alberto Martins, entendeu na quarta-feira serem suficientes para "as necessidades imediatas".

     
    1º vigilante robô do Mundo em 2012 PDF Imprimir e-mail
    03-Mar-2010

    robo.jpgPorto (Lusa) - Um consórcio português pretende lançar no mercado em 2012 os primeiros robôs vigilantes "inteligentes" do Mundo, anunciou hoje o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (Inesc Porto).

     

    "Robvigil é o nome do projeto que arrancou em fevereiro pela mão de um consórcio de 1,2 milhões euros composto inteiramente por empresas portuguesas, mas dirigido ao mercado internacional e cujo objetivo é criar os primeiros robôs vigilantes 'inteligentes' do Mundo", refere o Inesc Porto, em comunicado.

     

    Além do Inesc Porto, integram o consórcio a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e as empresas Clever House - Sistemas Inteligentes, Strong Segurança e Sinepower Consultoria.

     

    Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

     

    Lusa

     
    Portugueses sentem aumento da insegurança PDF Imprimir e-mail
    02-Mar-2010

     

    oscot2.gif

    O presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) defendeu hoje a necessidade de "aumentar a videovigilância" para "controlar e tentar minimizar" o fenómeno da insegurança, que os inquiridos num estudo consideram que piorou em 2009.

     
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