| O Vigilante já não é um mero guarda de espaço |
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| Domingo, 05 Setembro 2010 11:11 | |||
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Apesar de a profissão de segurança ser vulgarmente associada por muitos a incidentes decorrentes dos negócios da noite e envolvendo carrinhas de valores, o responsável da filial de Setúbal, que emprega na região mais de 600 pessoas e tem cerca de 80 clientes, reitera, em entrevista ao “Setúbal na Rede”, que a aposta da Securitas na formação dos seus colaboradores tem trazido soluções eficazes e engenhosas junto de vários clientes, evitando que as mossas “decorrentes da crise se repercutam na empresa líder em vigilância humana no mercado português”. “Na verdade, existem perspectivas de crescimento de três a quatro por cento na região ainda para este ano”, explica José Guimarães, aludindo ao “potencial enorme” que a península de Setúbal tem de agarrar, decorrente dos grandes investimentos previstos e do turismo. O negócio da empresa poderia ser, contudo, mais chorudo, caso existisse no ramo “mais fiscalização competente e menos concorrência desleal”. José Guimarães desmistifica ainda a névoa em torno da actuação de um segurança, salientando que os vigilantes “não substituem no local a GNR ou a PSP”. “Um vigilante tem de ter, além de uma postura preventiva, conhecimentos a nível de recepção, de primeiros socorros, de línguas, de informática, de abordagem”, adianta José Guimarães, sublinhando que a função de segurança vai, ao fim ao cabo, “muito para além de guardar um simples espaço”. In: Setúbal na Rede por: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar Share
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