| A Securitas e a formação de Aeroportuários |
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| Sábado, 14 Agosto 2010 18:23 | |||
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 Na sequência dos problemas surgidos e depois de várias denúncias para a comunicação social, o Jornal Primeiro de Janeiro pegou no assunto e obteve da Securitas, respostas que segundo os lesados não correspondem em nada ao que efectivamente aconteceu, como argumenta um dos lesados no texto abaixo. SECURITAS MENTE NUMA ENTREVISTA AO JORNAL "O PRIMEIRO DE JANEIRO"Após lêr finalmente na comunicação social algo sobre este assunto a meu vêr vergonhoso que envolve a Securitas, não poderia deixar passar tal oportunidade, pois também sou uma das muitas pessoas formadas e devidamente aprovadas nas duas formações obrigatórias para o cargo de Vigilante Aeroportuário, de deixar a minha opinião e desmascarar desde já as mentiras e inconsistências apresentadas pela Securitas como justificação. Primeiro, não é meia centena dos formados nos Cursos de Vigilante Aeroportuario, que continua sem colocação, mas bem mais do dobro, pois só da minha turma eramos uns 30 e se entraram 2 ou 3 senhores/as foi muito e entraram porque já eram Aeroportuários da Prosegur. Segundo o que li no Primeiro de Janeiro e passo a citar as frases de um responsável da Securitas pelo que percebi, o director de marketing da Securitas, Firmino Fonseca à sra. jornalista do Primeiro de Janeiro: 'as pessoas fizeram parte de um grupo que só recebeu formação para eventual seleção, mas à s quais nunca foi garantido um emprego' Isto é uma grande mentira e a Securitas sabe-o bem, o sr. director de marketing anda desinformado. A selecção para a formação foi feita através de testes psicotécnticos e de um ditado e só quem passou nessa selecção começou o primeiro Curso de Formação. Sublinho, algo que a Securitas nega, nas formações foi sempre dito aos actuais formados para se aplicarem pois, ficando aprovados seriam garantidamente colocados no Aeroporto através da Securitas, há dezenas de testemunhos. Continuando a citar o que li: 'o que aconteceu foi que algumas pessoas assumiram um risco, ao desvincularem-se de outros empregos, sem garantia que podia ser incluÃdas todas'...'Não houve qualquer compromisso assumido pela Securitas'. Isto é uma mentira total e absoluta!!! Posso afirmar com 100% de certeza que várias pessoas, foram, durante a própria formação (e conheço pessoalmente algumas que estão revoltadissimas), alertadas para irem tratando da saÃda das empresas em que laboravam de forma a estarem totalmente disponÃveis a partir de 1 de Junho, ou ficariam impossibilitados de ingressarem na Securitas, num `bom posto de trabalho´. A formação para Vigilante Aeroportuario foi composta por duas formações distintas mas somadas, (uma primeira de 5 dias úteis do Curso Geral de Vigilante que permite aos aprovados terem acesso ao cartão MAI e exerceram legalmente a função de Vigilante). Uma segunda de Vigilante Aeroportuario mais apropriada ao meio que iriamos integrar (com um número semelhante de dias que incluiam no final testes escritos e práticos, como revistas fÃsicas e uso de aparelho de raio X). Após aprovação nestes dois testes e de imediato nos exames médicos, todos foram mandados apresentar certificados das habilitações literárias, dois certificados diferentes do registo criminal (que custaram cerca de 7 euros) fotografias tipo passe, elementos referentes à segurança social e fiscais, todos esses documentos foram preenchidos e deixados nas instalações da Securitas no Porto sempre com a informação da chamada ao serviço no inÃcio de Junho, posso inclusive dizer que cheguei a ouvir que ninguém de formação nenhuma passaria a primeira semana de Junho sem estar colocada!!! Saiba-se também que a última formação terminou já em fins do mês de Maio, pelo que me foi informado e confirmado. Quando a Securitas começou a desempenhar as funções no Aeroporto não colocou quase ninguém, das formações, apenas tiveram entrada garantida os antigos Aeroportuários da Prosegur e alguns já Vigilantes, de cada turma de 30 formados, e foram várias de Fevereiro a Maio, foram colocadas 3 ou 4 pessoas, pelo que muitos dos selecionadas, os "maçaricos" estiveram sujeitos a turnos de 13 horas seguidas, colocando-lhe sérias dificuldades em pausar uns minutos para comer ou até ir ao wc, parece exagerado ou inumano não é? -Mas assim aconteceu!!! Isto resultou na desistência quase imediata de alguns elementos dos mais jovens (aqueles que não precisam tanto trabalhar). Continuando a citação: 'dos 170 colocados no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, cerca de 40, por pedido da ANA, eram da Prosegur, a anterior empresa de vigilância do aeroporto, e três elementos transitam da Securitas' Aqui há qualquer coisa que não está bem... Então a Securitas não disse aos actuais formados aquando das formações para não se preocuparem que os Aeroportuáros da Prosegur não iam ser ameaça aos seus futuros postos de trabalho, pois só seriam integrados na Securitas os que participaram na formações e que nem eram muitos? -Ou também não se lembram disso? -Muita má memória nesse caso. Citando: 'Os restantes são desempregados de longa duração, antigos funcionários da Qimonda, por exemplo, que estavam em situações familiares muito complicadas' Estou estupefacto, então eu e por exemplo quatro pessoas com quem falei ainda nestes dias, que foram formadas na Securitas e que continuamos a aguardar colocação devemos estar entre os muitos esquecidos, pois estamos desempregados de longa duração e a perder a qualquer momento o subsÃdio, será por não termos trabalhado na Quimonda? Termino com a exposição de uma atitude que a Securitas já teve com elementos que têm sido mais insistentes no que toca a saberem de quando a sua integração e que se calhar o sr. director de marketing da Securitas também "desconhece"?... são habilmente afastados, um caso que tÃpico é comunicarem que "reprovou nos exames médicos, por isso não será mais chamado" isto a pessoas saudáveis que foram aprovadas nesses exames básicos tempos antes, antes que o neguem lembrem-se que essas pessoas estão por cá, bem vivas saudáveis e podem testemunhar o caso.  Enviado por P. L. Share
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