| Securitas Direct envia cartas alarmistas |
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| Quarta, 16 Abril 2008 14:35 | |
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A Securitas infelizmente tem sido aqui referenciada quase sempre pelas piores razões e hoje mais uma vez, aà estamos nós de boca à barda, porque jamais nos passaria pela cabeça, que uma empresa com a sua dimensão e responsabilidade, implementasse iniciativas, que são no mÃnimo incompeensÃveis e mais grave ainda, ilegais. Vejamos... uma notÃcia da agência Lusa distribuida hoje cerca das 16:00, , diz que a PSP vai apurar a legalidade de uma iniciativa publicitária, em que foi utilizado como meio, uma carta, distribuÃda em algumas áreas do concelho de Cascais, cujo teor pode provocar, o alarmismo entre os respectivos residentes. Resumindo, trata-se de uma carta enviada por iniciativa de um consultor da empresa, segundo afirma o responsável comercial da Securit Direct, sob o tÃtulo "Assaltos Disparam" e informando os destinatários e residentes nessas áreas, que a empresa está a disponibilizar consultores de segurança para "imaginem", contrariar o "crescimento da insegurança", ora toma, aponta aà que já está.
Agora temos consultores de segurança a serem disponibilizados, imaginem mais uma vez, para travarem, perdão, contrariarem o crescimento da insegurança, ou seja, vigilantes para quê? Essa especimen profissional já não será necessária, porque os consultores de segurança da Securit Direct, vão fazer a mesma coisa, ou mais, vão contrariar a insegurança, tipo, sopra na bola de cristal e ela desaparece, por obra e graça de um iluminado. Numa época em que todas a entidades fazem um esforço monumental, para evitar alarmismos desnecessários, provocados pelas notÃcias que nos entram pelos olhos no dia a dia, vem alguém ligado a uma das maiores empresas de segurança privada, que deveria primar por um conduta de contenção e responsabilidade, dirigir cartas a residentes indeferenciados, utilizando o "medo" como argumento subjacente, no intuito de influenciar um provável negócio, a venda de um sistema. É o cúmulo, so mesmo num paÃs como este, que à s vezes mais se assemelha a uma república das bananas, é que isto é possÃvel. Não compreendemos como é que a estrutura administrativa e directiva da Securitas, neste caso da Direct, não é capaz de filtrar estas iniciativas, de molde a impedir que patacuadas desta natureza, surjam ao arrepio da própria filosofia da empresa, que obviamente não se identifica, com este genero de iniciativas avulsas. Agora é claro, a desculpa é que vai haver procedimento disciplinar sobre o autor da famigerada carta, mas falta perguntar uma coisa... será que ele, o autor, é o primeiro responsável? Será que é o único que merece ser alvo de procedimento disciplinar? Já agora... Carlos Santos Share
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