| FIM DO FALSO TRABALHO TEMPORÁRIO! |
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| Terça, 04 Agosto 2009 20:57 | |||
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EFECTIVIDADE JÁ!
Na SPDH, como nas outras empresas do Grupo TAP, na ANA, Prosegur e restantes empresas aeroportuárias vai reinando o discurso do medo e da intimidação de forma a atacar sem escrúpulos a vida de todos nós.Ao caos aeroportuário que vamos assistindo quotidianamente junta-se a prepotência e hipocrisia do Governo em financiar os grandes Bancos que são autênticos sismos para a nossa economia, ao invés de investir na melhoria das condições de trabalho e de direitos de quem produz para a sociedade. Infelizmente da parte sindicatos há um controlo abusivo e comprometedor das nossas vidas. Com o país a empobrecer, com o custo de vida a aumentar, com os despedimentos em massa e a chantagem dos lay-offs os sindicatos parecem pactuar com o discurso do Governo e com os abusos salariais dos nossos gestores.
A última greve convocada e desconvocada
a seu bel-prazer, pelos cinco sindicatos representantes da SPDH é o
último exemplo do desprezo que estas direcções sindicais mostram por
todos nós trabalhadores.
O trabalho temporário vai crescendo em massa, ao mesmo tempo que colegas são despedidos. O responsável pela precariedade e pela pobreza tem sido e será a lógica do lucro máximo, do qual os sucessivos Governos e as sucessivas administrações da TAP (que ganhou prémios da melhor empresa familiar e social) são responsáveis.
Como podemos nós admitir tal coisa se o que está em risco é a sustentabilidade e a estabilidade das gerações futuras?
A garantia do horário laboral das 35 horas sem perda de salário, de modo a criar mais emprego; a categoria de profissão de desgaste rápido para os operacionais, de modo a garantir uma vida mais saudável e de qualidade; os aumentos salariais que há anos têm sido comidos pelas inflações e pela vinda do euro (basta ver quanto gastamos agora nos hipermercados); o fim das ETTs (Empresas de Trabalho Temporário) para acabar com a concorrência salarial entre trabalhadores e com a violação de todos os direitos mais básicos (não se admite que os mesmos trabalhadores, lado a lado, tenham direitos diferentes) e sobretudo garantir a efectividade de todos os trabalhadores após um ano de contrato como garantia da sustentabilidade social e económica, é a tarefa mais essencial e imediata dos sindicatos e de todos nós. Assim, está na altura de exigirmos dos Sindicatos maior intervenção politica sob o risco de perdermos tudo o que foi conquistado e de vermos cada vez mais a nossa vida a degradar, pois é aos sindicatos e aos trabalhadores que compete a luta pela melhoria da nossa condição de vida e exigir a participação de um comité de trabalhadores democraticamente eleitos pelas diversos sectores nas negociações sindicato-patrão sob o risco de ser assinado mais um protocolo fantasma que tanto nos tem enganado. in: Boletim Mudar Aeroporto nº 1 de 01/08/09 - Contactos e envio de informação para: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar Share
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