| Custos da Flexisegurança |
|
|
|
| Terça, 26 Junho 2007 09:11 | |||
|
São cálculos de Bruxelas, da Direcção-Geral do Emprego e Assuntos Sociais da Comissão Europeia, publicados hoje pelo Jornal de NotÃcias, revelando que para alem dos 1,3% da riqueza nacional gastos entre 1997 e 2004 com medidas de emprego, Portugal teria que juntar mais 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB), na tentativa de se aproximar daqueles paises, do norte da europa. Ou seja, para lá dos dois mil milhões de euros gastos no apoio ao desemprego, Bruxelas soma 2,5 mil milhões, apenas para ser possÃvel importar a flexisegurança, segundo refere o JN. A Comissão Europeia (CE) estima ainda que, para além do apoio aos desempregados, Portugal teria também que gastar 1,09% do PIB (1,7 mil milhões de euros) em medidas activas de emprego, como a formação profissional ou os apoios à contratação. De acordo com as contas de Bruxelas, a Grécia e a Espanha seriam os dois paÃses com maior despesa para implementar polÃticas de protecção semelhantes à s dos paÃses nórdicos, 6,11 e 6,12% do PIB, respectivamente. As contas aos custos da importação da flexisegurança, o conceito que pretende combinar flexibilidade laboral com protecção ao trabalhador, para Portugal surgem na véspera da apresentação aos parceiros sociais do relatório preliminar da comissão de estudo das alterações ao Código do Trabalho. A Comissão Europeia irá aprovar na quarta feira, um relatório sobre a aplicação do conceito de flexisegurança nos Estados-membros, um documento que será debatido pelos ministros do Trabalho e Segurança Social dos 27 paÃses, no inÃcio da Presidência Portuguesa, a 5 e 6 de Julho na cidade de Guimarães. Share
|
| Apoio ao Portal da Vigilância no suporte dos custos de manutenção e navegação. |







![]() | Today | 5216 |
![]() | Yesterday | 6867 |
![]() | This week | 18055 |
![]() | Last week | 46369 |
![]() | This month | 45611 |
![]() | Last month | 218842 |
![]() | All days | 6876985 |
Os membros ou visitantes não utilizarão o Portal da Vigilância para transmitir, comunicar ou difundir de qualquer forma, opiniões ou conteúdos ilegais, difamatórios, de lesa terceiros ou que de qualquer outro modo, atentem contra os valores do Portal ou a dignidade das pessoas.
Os comentários inseridos, são publicados com edição prévia (moderados), mas serão sempre da exclusiva responsabilidade dos seus autores.
A administração reserva-se ao direito de eliminar os comentários que não cumpram as regras das condições de utilização do Portal.
-- A Administração do Portal da Vigilância