| Segurança Privada em Espanha |
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| Domingo, 27 Janeiro 2008 11:19 | |
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Imigrantes Ilegais na Segurança Privada
De Espanha vem-nos de tudo um pouco, desde a invasão de empresas, produtos e serviços, de exemplos mais ou menos saudáveis, até aqueles outros assuntos que nos fazem pensar muito seriamente, em colocar o nosso cavalinho à sombra, não lhe vá acontecer o mesmo.
Graças à forte actividade das organizações do trabalho e a uma reportagem do Diário El Mundo, ficamos a saber que cerca de 50.000 imigrantes trabalham hoje em Espanha, desempenhando tarefas de segurança privada "Vigilância", de forma ilegal denunciam os sindicatos do sector, que tem lutado muito seriamente contra esta e outras irregularidades. A lei espanhola exige que os profissionais do sector, sejam de nacionalidade espanhola ou cidadãos comunitários e detenham formação adquirida em curso especÃfico, que os habilita a exercer a actividade de agente de segurança privada, vigilante, tendo de ser obrigatóriamente detentores de um crachá especÃfico, a que chamam placas, distribuido um pouco à semelhança dos cartões profissionais em Portugal, pelo respectivo Ministério do Interior.
No entanto e como bons Ibéricos que são,
os gestores das empresas de segurança privada em Espanha, tem
conseguido contornar a lei vigente, utilizando a normativa que criou a
figura do "auxiliar" de segurança privada, para contratar
imigrantes sobretudo de origem sul americana, como «auxiliares», que na
prática executam as mesmas tarefas dos Vigilantes profissionais,
habilitados para a função, por preços muito mais baixos, mas sem as mesmas exigências legais.
Estes auxiliares, que se apresentam
fardados, apesar de não serem portadores de qualquer placa
profissional, ou armas de defesa, são vistos por tudo quanto é canto e
lugar, desde os parques de estacionamento, até à entrada de instalações
industriais, áreas comerciais e até mesmo serviços públicos. Diz o El Mundo a rematar a sua reportagem acerca desta realidade, que o desejável, seria que fossem exclusivamente profissionais credenciados e de nacionalidade espanhola ou comunitários como diz a lei, a executar estas funções, mas que perante essa impossibilidade, deveria competir ao estado através do Ministério do Interior, o mesmo que da Administração Interna, controlar e fiscalizar com mais rigor, o pessoal das empresas de segurança privada. Está visto que tal como cá, também no paÃs vizinho as faralhices e outras ices, no sector da segurança privada são mais que muitas, agravadas pela procura de serviços que se verifica, estando instalado o cenário ideal, para um inúmero leque de ilegalidades, que tal como cá, também sofrem da natural ausência de fiscalização regular, por parte dos orgãos fiscalizadores do estado, no caso português, bastava ser criada uma brigada especial da PSP, somente dedicada ao sector. Pagava-se a si própria. Share
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