| Â Â ANASP: Entrevista Presidente da ASPIG) |
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| Domingo, 07 Fevereiro 2010 12:49 |
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"Achamos
que a segurança privada "com regras muito apertadas" deveriam andar armados"
Se não fosse o associativismo dentro da GNR, muitos casos bizarros e atropelos constantes ao ser humano, seriam praticados dentro da instituição, na pessoa dos seus militares. Presidente da Associação Socioprofissional Independente da Guarda Nacional Republicana
ASPIG - Historial da Associação. Â
Depois
foi um caminhar difÃcil a nÃvel financeiro e ainda por cima somos todosÂ
os dirigentes oriundos e residentes na provÃncia. Estando longe de Lisboa e do
poder é mais complicado. Foi a frontalidade e o resolver dos problemas de cada
um, muitas vezes intervindo junto do Comando e apelando à boa convivência e
intercâmbio de ideias. Assim ,temos indo cimentando a Associação. De referir de
que eu sou o militar da GNR mais punido por defender os meus camaradas e isso
para mim não são (porradas) mas sim LOUVORES. Cada vez as pessoas confiam mais
em nós e as responsabilidades acrescem. Somos contra a corrupção e isso tem-nos
trazido dissabores, sempre com a GNR em primeiro lugar e PORTUGAL. (Cont. ) ENTREVISTA - Que visão tem actualmente a vossa associação do sector da segurança privada em Portugal?  A segurança privada tem de ser muito bem auto-protegida, os seus dirigentes tem de ter uma capacidade acima do normal e muito bom censo, porque qualquer passo em falso, pode dar tudo a perder. Ela faz falta na entre-ajuda entre as forças de segurança. A criminalidade cada vez é mais sofisticada e aumenta e a segurança privada terá aqui uma posição muito importante no auxÃlio da manutenção da ordem pública.  - Como encara a questão do associativismo dentro da sua própria associação?  Estive a ver a entrevista do Sr. General Comandante – Geral da GNR concedida à ANASP e digo-vos que se não fosse o associativismo dentro da GNR muitos casos bizarros e atropelos constantes ao ser humano se praticavam dentro da instituição na pessoa dos seus militares. Nós somos a voz amiga e de desespero dos mais fracos e veja-se o suicÃdio dentro da instituição – cerca de 1 suicÃdio por mês.  - A actual evolução que o sector da segurança privada tem sofrido constitui uma mais-valia ou um obstáculo ao sector da segurança em geral?  Como disse, uma mais valia muito importante.  - A segurança privada e os seus elementos podem constituir o parceiro ideal no combate à criminalidade e à s irregularidades que se verificam na nossa sociedade?  Podem constituir um parceiro no combate à criminalidade e isso hoje já acontece, tendo no meu ponto de vista desenvolver-se muito mais, deixando as forças de segurança de fazer certos gratificados e que podiam muito bem serem desempenhados pela segurança privada, como por ex: - a segurança a imóveis, fábricas, pessoas etc. Mas, tudo devidamente enquadrado.  - Os parâmetros formativos que os actuais elementos de segurança (PSP, GNR, PJ, GF, segurança privada e outros) correspondem à s actuais necessidades de uma sociedade globalizada e os perigos inerentes a essa mesma globalização?  No que diz respeito à GNR a formação teria de se aperfeiçoar e especializar-se, isto é um Guarda não pode ser um clÃnico geral e açambarcar toda a vastÃssima legislação em que a GNR fiscaliza e tem competências. Tem-se feito algum trabalho, mas é necessário muito mais e deixar-mos certas valências que são apenas mediáticas e momentânias e que só trás protagonismo para uma restrita chefia.  - Que esforços estão a ser desenvolvidos pela vossa associação para uma maior dignificação do sector da segurança privada?  Sempre discutimos junto das entidades competentes que é necessário disponibilizar os militares da GNR para o serviço do qual é a sua essência e a razão da sua existência e deixar certos para os civis. Costumo dizer que não há falta de Guardas, estão é mal distribuÃdos.  - O surgimento da ANASP (Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada) veio trazer uma mais-valia e dignidade ao sector da segurança privada e à segurança em geral?  Penso que sim. Veio dar credibilidade à segurança privada e não se pode andar num reino de anarquia, porque esta área é muito sensÃvel.  - Quais são actualmente as vossas grandes frentes de batalha a nÃvel de segurança e a nÃvel de associados?  Conforme disse atrás, a nÃvel de segurança os militares da Guarda deviam estar todos na operacionalidade e deixar as outras tarefas para os civis. A nÃvel dos associados a nossa missão é o bem estar e o respeito da hierarquia para com os mais fracos e os desprotegidos dentro da nobre instituição.  - Que esforços (medidas especiais) estão a ser desenvolvidos pela associação que representa para coadjuvar as restantes forças de segurança no combate ao fenómeno global do terrorismo?  A nÃvel operacional é uma tarefa exclusiva do Comando, embora nós estaremos sempre atentos à s condições de trabalho dos militares dentro da instituição.  - Qual a opinião da vossa associação sobre o uso de porte de arma pelos agentes de segurança privada?  Esta matéria é delicada, mas se passou uso e porte de arma a muita gente sem capacidade para a ter, achamos que a segurança privada e com regras muito apertadas deveriam andar armados. Todos sabemos que há certa gente que nunca foi caçador e tem uso e porte de arma e também sabemos de qual o “conjunto” de gente de que estou a falar e que bastante s problemas nos dado à s forças de segurança, portanto esta matéria do uso e porte de arma tem de ser muita bem definida, por estou na GNR há 24 anos e o manuseamento e transporte de armas de fogo tem de ser muito bem gerida e cuidadosa.  - A actual lei da segurança privada corresponde à s necessidades do sector e do fenómeno da (in) segurança?  Penso que tem de sofrer mudanças no sentido do intercâmbio e ajuda com as forças de segurança. Porque todos somos poucos no actual panorama da criminalidade.  Jorge ParaÃso (Assessor de Imprensa da ANASP) |







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