User:  Pass:        Forgot Password? Username?   |   Registe-se!
Faixa publicitária
   ANASP: Entrevista Presidente da ASPIG) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 07 Fevereiro 2010 12:49
"Achamos que a segurança privada "com regras muito apertadas" deveriam andar armados"

 

Se não fosse o associativismo dentro da GNR, muitos casos bizarros e atropelos constantes ao ser humano, seriam praticados dentro da instituição, na pessoa dos seus militares.

Presidente da Associação Socioprofissional Independente da Guarda Nacional Republicana

 

ASPIG - Historial da Associação.

 

jose_alho_aspgnr.jpgEsta associação surgiu há cerca de 6 anos, todos os elementos (cerca de 42) eram oriundos da APG e viram uma necessidade imperiosa de fazer uma Associação Independente de qualquer partido politico e sem apoio de ninguém formaram a ASPIG. O 1º Presidente era do Regimento de Infantaria (António Bernardino). Todos nós fomos alvos de processos levantados pelo presidente da outra associação, com o qual não nos revíamos politicamente, porque entendemos que no associativismo a política deve ficar de fora.

 

Depois foi um caminhar difícil a nível financeiro e ainda por cima somos todos  os dirigentes oriundos e residentes na província. Estando longe de Lisboa e do poder é mais complicado. Foi a frontalidade e o resolver dos problemas de cada um, muitas vezes intervindo junto do Comando e apelando à boa convivência e intercâmbio de ideias. Assim ,temos indo cimentando a Associação. De referir de que eu sou o militar da GNR mais punido por defender os meus camaradas e isso para mim não são (porradas) mas sim LOUVORES. Cada vez as pessoas confiam mais em nós e as responsabilidades acrescem. Somos contra a corrupção e isso tem-nos trazido dissabores, sempre com a GNR em primeiro lugar e PORTUGAL. (Cont. )

ENTREVISTA

- Que visão tem actualmente a vossa associação do sector da segurança privada em Portugal?

 

A segurança privada tem de ser muito bem auto-protegida, os seus dirigentes tem de ter uma capacidade acima do normal e muito bom censo, porque qualquer passo em falso, pode dar tudo a perder. Ela faz falta na entre-ajuda entre as forças de segurança. A criminalidade cada vez é mais sofisticada e aumenta e a segurança privada terá aqui uma posição muito importante no auxílio da manutenção da ordem pública.

 

- Como encara a questão do associativismo dentro da sua própria associação?

 

Estive a ver a entrevista do Sr. General Comandante – Geral da GNR concedida à ANASP e digo-vos que se não fosse o associativismo dentro da GNR muitos casos bizarros e atropelos constantes ao ser humano se praticavam dentro da instituição na pessoa dos seus militares. Nós somos a voz amiga e de desespero dos mais fracos e veja-se o suicídio dentro da instituição – cerca de 1 suicídio por mês.

 

- A actual evolução que o sector da segurança privada tem sofrido constitui uma mais-valia ou um obstáculo ao sector da segurança em geral?

 

Como disse, uma mais valia muito importante.

 

- A segurança privada e os seus elementos podem constituir o parceiro ideal no combate à criminalidade e às irregularidades que se verificam na nossa sociedade?

 

Podem constituir um parceiro no combate à criminalidade e isso hoje já acontece, tendo no meu ponto de vista desenvolver-se muito mais, deixando as forças de segurança de fazer certos gratificados e que podiam muito bem serem desempenhados pela segurança privada, como por ex: - a segurança a imóveis, fábricas, pessoas etc. Mas, tudo devidamente enquadrado.

 

- Os parâmetros formativos que os actuais elementos de segurança (PSP, GNR, PJ, GF, segurança privada e outros) correspondem às actuais necessidades de uma sociedade globalizada e os perigos inerentes a essa mesma globalização?

 

No que diz respeito à GNR a formação teria de se aperfeiçoar e especializar-se, isto é um Guarda não pode ser um clínico geral e açambarcar toda a vastíssima legislação em que a GNR fiscaliza e tem competências. Tem-se  feito algum trabalho, mas é necessário muito mais e deixar-mos certas valências que são apenas mediáticas e momentânias e que só trás protagonismo para uma restrita chefia.

 

- Que esforços estão a ser desenvolvidos pela vossa associação para uma maior dignificação do sector da segurança privada?

 

Sempre discutimos junto das entidades competentes que é necessário disponibilizar os militares da GNR para o serviço do qual é a sua essência e a razão da sua existência e deixar certos  para os civis. Costumo dizer que não há falta de Guardas, estão é mal distribuídos.

 

- O surgimento da ANASP (Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada) veio trazer uma mais-valia e dignidade ao sector da segurança privada e à segurança em geral?

 

Penso que sim. Veio dar credibilidade à segurança privada e não se pode andar num reino de anarquia, porque esta área é muito sensível.

 

- Quais são actualmente as vossas grandes frentes de batalha a nível de segurança e a nível de associados?

 

Conforme disse atrás, a nível de segurança os militares da Guarda deviam estar todos na operacionalidade e deixar as outras tarefas para os civis. A nível dos associados a nossa missão é o bem estar e o respeito da hierarquia para com os mais fracos e os desprotegidos dentro da nobre instituição.

 

- Que esforços (medidas especiais) estão a ser desenvolvidos pela associação que representa para coadjuvar as restantes forças de segurança no combate ao fenómeno global do terrorismo?

 

A nível operacional é uma tarefa exclusiva do Comando, embora nós estaremos sempre atentos às condições de trabalho dos militares dentro da instituição.

 

- Qual a opinião da vossa associação sobre o uso de porte de arma pelos agentes de segurança privada?

 

Esta matéria é delicada, mas se passou uso e porte de arma a muita gente sem capacidade para  a ter, achamos que a segurança privada e com regras muito apertadas deveriam andar armados. Todos sabemos que há certa gente que nunca foi caçador e tem uso e porte de arma e também sabemos de qual o “conjunto” de gente de que estou a falar e que bastante s problemas nos dado às forças de segurança, portanto esta matéria do uso e porte de arma tem de ser muita bem definida, por estou na GNR há 24 anos e o manuseamento e transporte de armas de fogo tem de ser muito bem gerida e cuidadosa.

 

- A actual lei da segurança privada corresponde às necessidades do sector e do fenómeno da (in) segurança?

 

Penso que tem de sofrer mudanças no sentido do intercâmbio e ajuda com as forças de segurança. Porque todos somos poucos no actual panorama da criminalidade.

 

Jorge Paraíso

(Assessor de Imprensa da ANASP)

 
Pesquisar empregoTrovit emprego
Exemplo: vigilantes Porto  

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Login / Registo



Faixa publicitária

Ligações Nacionais e Internacionais

Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária

Vigilantes_Emprego Portugal

Entidades e Serviços Úteis

Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária

Visitantes desde Janeiro 2006

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterToday5129
mod_vvisit_counterYesterday8293
mod_vvisit_counterThis week25769
mod_vvisit_counterLast week45865
mod_vvisit_counterThis month52294
mod_vvisit_counterLast month26567
mod_vvisit_counterAll days3781362

Membros do Portal Online

Visitantes Online

Temos 296 visitantes e 2 membros em linha