| Contraproposta da Patronal p/2008 |
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| Domingo, 25 Novembro 2007 10:31 |
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PARA SABERMOS O QUE NOS RESERVA O FUTURO Publicamos a contra proposta da Patronal, em resposta à proposta que a Federação dos Sindicatos de Serviços colocou sobre a mesa para a discussão do CCT/2008. VIGÊNCIA DO CCT (Duração): A AES (Associação de Empresas de Segurança) contrapropôs a caducidade do CCT (o Fim do CCT) TRABALHO PARCIAL (Part Times): A patronal contrapropõe um horário máximo de 132 Horas, calculadas com base numa média calculada de 6 em 6 meses. FUNCIONALIDADE: O Vigilante passa a ter que executar outras tarefas a partir do seu posicionamento na portaria. OBRIGAÇÕES DO TRABALHADOR: A Patronal pretende acrescenter uma nova alínea descrita como: "executar todos os actos tendentes à mellhoria da produtividade da empresa" LOCAIS DE TRABALHO: Pretendem acabar com o ponto 2 do actual CCT, deixando o Vigilante de ter um posto atribuído, podendo funcionar em rotação permanente, sem que isso implique custos adicionais para a empresa. MOBILIDADE GEOGRÁFICA: Deixando o Vigilante de ter um Posto atribuído, ainda relativamente ao ponto 2, a área geográfica deixa de ser a mesma "localidade" e passa a ser a "mesma zona geográfica" o que corresponde inúmeros abusos e injustiças, podendo o Vigilante ser colocado em outra zona do distrito ou da região, porque fica dentro da mesma área geográfica, bonito. HORÁRIOS: A Patronal propõe a aplicação de "horários flexíveis", o que corresponde a passarmos a estar sujeitos à boa ou má disposição de quem decide e vermos de um dia para o outra as nossas vidas familiares a serem afectadas, com todo o prejuízo que isso implica. TRABALHO SUPLEMENTAR: Pretendem acabar com o ponto 5 do CCT, criando um novo artigo onde se dirá que " não se considera trabalho suplementar por demora na rendição de turnos", ou seja, se o companheiro que nos devia render, não veio trabalhar, o Vigilante pode ter de aguentar na portaria um segundo turno, sem que isso seja considerado trabalho suplementar, boa... REMUNERAÇÃO EM DIA DE DESCANSO SEMANAL OU FEIRADOS: Pretende a Patronal, acabar com a presente remuneração legal a 200% para passar a remunerar, somente a 100% por hora de trabalho efectuado, ou seja, acaba o suplemento remuneratório por trabalho em esforço, e todos os dias do ano passam a ser rigorosamente iguais, no que toca a remunerações. SUBSÍDIO DE NATAL: Pretende a Patronal, acabar com o ponto 4, onde se diz que "a entidade empregadora se obriga a completar a diferença entre o que fôr pago pela Segurança Social ou a seguradora e o total do salário", ou seja o Vigilante já ganha bem, hà que retirar-lhe os cêntimos que receberia de diferença. FALTAS JUSTIFICADAS: Pretendem eliminar a alínea j)-por doação de sangue e k) -por mudança de residência. e no futuro acabam mesmo com as faltas justificadas. SUBSÍDIO DE DOENÇA (Complementos) Pretendem acabar com a cláusula que obriga ao pagamento do complemento de baixa. O espírito miserabilista a funcionar, mas como tostões são milhões, já se percebe. SINISTRADOS: Não aceitam aumentar o valor do seguro de acidentes pessoais dos Vigilantes de Transporte de Valores, outro exemplo da preocupação que entidade patronal tem relativamente ao seu trabalhador. E isto é apenas uma parte do que pretende a Patronal, esperamos que os representantes do sector, saibam contra-argumentar e impedir que a maioria do aqui descrito, não se concretize efectivamente. |







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