| POLIGRAFO: Carta de JulÃo Santos |
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| Sexta, 06 Novembro 2009 20:09 | |||
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“Meus Senhores O texto abaixo, nomeadamente a parte da responsabilidade da ANASP não é parcimonioso com aqueles que a Associação tem assinado relativamente a outras empresas do sector das quais também recebe queixas de situações irregulares. É a minha leitura quando comparo situações passadas com a actual. Sobre este assunto em concreto. Os polÃgrafos valem o que valem, NADA! São em tudo idênticos a mais de 90% dos sistemas de CFTV instalados no PaÃs, não servem para NADA! Eventualmente servem apenas de dissuasão, repito, apenas dissuasão.
Â
As
imagens recolhidas pelo CFTV só podem ser utilizadas em sede de
processo Judicial quando requisitadas por um Magistrado. Caso contrário
não servem para mais nada senão para “assustar” quem se deixar assustar.
Os polÃgrafos são a mesma coisa. Só que no caso, estes equipamentos são adquiridos por algumas empresas de Segurança, para desmontar acusações efectuadas por clientes aos ASP seus colaboradores. É corrente que quando “desaparece” alguma coisa, acusam de imediato dois sectores de actividade: limpeza e segurança. Nessas alturas os ASP agradecem as empresas disponham de sistemas mesmo que “fajutos”. Noutras alturas insurgem-se contra a sua existência, “é a vida!”. “À mulher de César, não basta sê-lo há que parecê-lo” e muitos ASP, nem parecem, nem são, honestos. Muitos servem-se da profissão para praticar actos ilÃcitos, cito alguns dos mais correntes e deixo ao livre arbÃtrio de um único ASP, com mais de uma ano de profissão, que não tenha conhecimento de um destes actos praticado por um Colega que me chame de “mentiroso”: - Abuso de confiança (utilização, sem autorização prévia, de sistemas dos clientes como computadores, fotocopiadoras, máquinas de café. Utilização das instalações para a prática de actos sexuais); - Furto (apropriação de bens do cliente como: material de economato, brindes, produtos comercializados pelas empresas onde prestam serviços); - Roubo (apropriação de bens do cliente com recurso a arrombamento de gavetas, armários e/ou cofres); - Cumplicidade (passagem a terceiros de informação do cliente privilegiada e/ou confidencial para a prática de crimes); Sobre este caso em concreto ou que ele representa, deixem-me expressar uma opinião que não vai agradar a muitos ASP, mas corresponde à realidade. Enquanto a ESEGUR efectuou a maioria dos carregamentos das máquinas de uma Instituição bancária que conheço bem, todos os dias, em todos os locais do PaÃs, existiam clientes a reclamar pelas mais variadas questões. Importa recordar ou esclarecer que: uma empresa é uma figura abstracta. Uma empresa é constituÃda pelos seus Trabalhadores, são estes que a representam em todos os nÃveis de relacionamento, gestão, produção e comunicação. Quando esses trabalhadores não se identificam com o objecto da empresa ou no caso, de um sector muito especifico como a Segurança, então todos os que têm alguma ligação devem lamentar pertencer a um sector com demasiadas situações irregulares e nem sempre são cometidas pela componente gestora da Empresa. Para um melhor esclarecimento importa deixar expresso, que um facto inegável é que muitas situações não se sabem porque as empresas não vão “dar tiros nos pés” ao denunciar que os seus serviços de contratação falharam ao contratar um delinquente para as suas fileiras. Então escondem muitas das situações ocorridas. Júlio Santos Share
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