| Júlio Santos: Segurança para Todos |
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| Domingo, 04 Julho 2010 09:33 | |||
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 Todavia, já está assumido pelos Gestores da Segurança (independentemente da denominação que lhes é atribuÃda: Directores, Responsáveis, etc.) que a segurança só é eficaz quando observada sobre uma óptica INTEGRAL, ou seja; só se obtém segurança quando se tem uma visão integrada das vertentes safety e security.  No entanto, a segurança é feita pelas pessoas e para as pessoas. Se não conseguirmos formar e sensibilizar todos e com isso constituir o triângulo “safety, security, formação/informação” – quaisquer objectivos de um ambiente seguro caem por terra.  Não se consegue construir um ambiente seguro se não sensibilizarmos as pessoas para a problemática e simultaneamente as envolvermos nos objectivos a atingir. Para tal importa: Formar e Informar.  A formação pode visar os comportamentos mais simples: como proceder a uma evacuação ordenada (obrigatório por lei em determinadas condições) ou quais os procedimentos de apoio aos agentes da segurança, mas também pode ir mais além.  É neste contexto que considero muito válido e bastante louvável aquilo que a Instituição bancária onde trabalho está a efectuar neste momento. Para além da formação imposta por lei aos elementos das “Equipas de Primeira Intervenção”, estão a decorrer acções continuadas de sensibilização/reciclagem.  O Porquê da importância? – Porque neste caso, a segurança é abordada de um modo diferente. Não se faz porque é obrigatório ou necessário. Faz-se porque se entende o quanto esta é uma necessidade das pessoas.  Ou seja, não se reage; age-se!  As descritas acções que visam a sensibilização na área do socorro imediato, estão a ser levadas a cabo por Agentes de Segurança Privada especializados e devidamente habilitados para tal. A inclusão de pessoas com estas habilitações no Modelo de Segurança da Instituição não é um conceito novo, foi criado há uns anos, mas agora é também aproveitado na vertente da sensibilização da segurança, num contexto de “Empresa Segura”.  Esses Agentes, nas acções que agora decorrem, dão a conhecer e partilham os seus saberes com os Trabalhadores da Instituição, tornando assim, sem margem para dúvidas, o ambiente mais seguro. A sensibilização que é feita para a problemática da segurança vai para além da imposição legal e mais ao encontro das necessidades da sociedade, pois os temas abordados são comuns à s potenciais necessidades de qualquer pessoa em qualquer espaço. Foi tão-somente a constatação dessa importância que motivou a elaboração deste texto.  O nosso entendimento é que este conceito poderia – senão, deveria - ser adoptado por empresas de grandes dimensões que têm, para além da responsabilidade do cumprimento da legislação, também uma obrigação social.  A Segurança é uma necessidade de todos e não só de alguns.  Júlio Santos
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