| ROTATIVIDADE NA SEGURANÇA PRIVADA |
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| Segunda, 02 Fevereiro 2009 10:10 | |||
Na segurança privada, somos regularmente confrontados com a rotatividade entre postos, pelas mais diversos motivos, sendo de destacar alguns dos mais argumentados:
* A pedido do cliente; * Por denúncia do contrato existente entre o cliente e a empresa de segurança; * A pedido do ASP; * Por iniciativa da empresa de segurança. Em todos estes exemplos, muitos dos ASP (Agentes de Segurança Privada) mais interessados, acabam por adquirir um nÃvel de conhecimentos bastante vasto e que é inclusive, enriquecedor na sua prestação global, como profissionais. (Cont.)
São
inúmeros os sistemas de segurança técnica que se encontram, os métodos
organizacionais de trabalho, os nÃveis de formação exigÃveis de cliente
para cliente, as diferentes realidades com que o vigilante é
confrontado, nesse novo dia a dia.
Toda a experiência, partilha de conhecimentos e informação, com elementos mais experientes ou habilitados, com que nos cruzamos nessas digressões entre postos, acaba no fundo por colmatar, aquela que se revela a principal lacuna neste sector profissional, a formação do ASP ou a ausência de formação! A formação inicial do ASP e a sua formação contÃnua e progressiva, deveria ser para as empresas uma constante, tendo sempre em mente a superior qualidade do serviço, argumento de peso, que beneficiaria as próprias empresas, influenciando na decisão do cliente, quando o factor preço não fosse o único critério em discussão. Para os profissionais mais atentos ou tecnicamente habilitados, a rotatividade significa avaliação profissional e enriquecimento dos curriculuns, enquanto para as empresas, fossem de menor ou maior dimensão, deveria ser também uma das formas de análise ao serviço prestado, no âmbito da prevenção, planeamento, intervenção e gestão da segurança de pessoas e bens. Continuamos a ter inúmeros ASP, chefias, e inclusive clientes, que não sabem sequer o significado dos termos como: SADI; BIA; SI; BIE; BA; ZCF; IFEX ou Desenfumagem. No entanto, a rotatividade é hoje incompreendida e muito mal aceite, não porque altere rotinas, ou benefÃcios adquiridos, mas sobretudo porque é quase sempre imposta a talhe de escopro, como formula penalizadora quando se pretender castigar o vigilante, a partir de decisões muito pobres de conteúdo operacional, que somente secundarizam, a qualidade do serviço a prestar. Fernando Marques Share
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