| A Segurança Privada à Deriva |
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| Quarta, 16 Setembro 2009 11:40 | |||
Apesar do esforço de alguns, parece-nos que a segurança privada
em Portugal, nunca vai ser levada a sério, sobretudo quando somos confrontados
com uma imensidão de condicionalismos, impostos por interesses mais comerciais,
mas e como se não fosse suficiente, ainda temos de suportar ao nÃvel da
representatividade, guerras incompreensÃveis que não enobrecem em nada os
profissionais.
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Lamentavelmente,
quando é de primordial importância a conjugação de esforços que leve a uma
maior credibilização dos profissionais do sector, assistimos aparvalhados, a
disputas absolutamente incompreensÃveis, que chegam a raiar o paradoxo e que só
contribuem, para afundar ainda mais a já de si debilitada imagem do Vigilante
ou Agente de Segurança Privada, que urge ser revitalizada.
É incompreensÃvel que organismos que se dispuseram a constituir-se associativamente, com o alegado objectivo de defender um sector profissional, que tem sido maltratado, explorado e até vilipendiado, ao longo dos últimos quarenta anos, se disponham a perder tempo e desperdiçar energias,  na confrontação de falhas e erros mútuos, sem perceber que não estão a contribuir em nada, para o seu próprio prestÃgio. Campeia uma enorme falta de bom senso, de sentido de responsabilidade, e até de respeito pelos profissionais, por parte de alguns actores, que se deixam envolver em acções questionáveis, muito pouco dignas, no âmbito da representatividade, porque como diz o ditado, as acções só destacam quem as comete. A imagem que se está a transmitir ao sector, à s entidades públicas e privadas e até à opinião pública em geral, derrota completamente qualquer suposta grande intencionalidade, em termos de liderança deste sector profissional. A segurança privada carece de entidades representativas, mas que sejam capazes de olhar os desafios que se lhe deparam com verticalidade, sem mesquinhices, caminhando à margem dos jogos de intriga e mal dizer, apostados num trabalho sério e responsável, em prol do sector, incentivando a credibilização e contribuindo para o enobrecimento de todos os seus profissionais, na luta por um futuro mais digno e respeitado. É tempo de se perceber que apesar do número somos muito poucos, na defesa de uma causa, a dos profissionais, pelo que, não é com lutas por supremacias inconsequentes, que se atingem os objectivos que devem nortear, as pretensas lideranças.
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