Lisboa, a Cimeira e a Segurança Privada
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FracoBom 
Sexta, 19 Novembro 2010 10:30
vigilanciandoCom os desafios impostos pelo desarmamento nuclear, o terrorismo, o cibercrime, a pirataria e o tráfico internacional de drogas, armas e seres humanos, agravados pelas exigentes restrições orçamentárias que o mundo enfrenta, causados por uma crise economica em plena ebolição, a Organização do Tratado do Atlântico Norte "Nato", prepara-se para aprovar, um novo Conceito Estratégico para o próximo futuro.

A Nato de "cara lavada" que sairá de Lisboa no final desta cimeira, deverá pautar-se por novas linhas definidores e objectivos bem claros, previlegiando o multilateralismo, num mundo transfigurado, relativamente ao existente há quarenta anos, aquando da fundação da organização, que se vê obrigada a uma reformulação que responda, às exigências que lhe são colocadas, no actual contexto geopolitico.

A cimeira que acontece este fim de semana em Lisboa sob um forte esquema de segurança preparado ao pormenor e cuja dimensão, ultrapassa eventes realizados anteriormente em Portugal, conta com a mobilização de mais de dez mil agentes policiais, milhares de agentes das diversas secretas, equipas preparadas para atenuar o impacto das manifestações de protesto e violência, à semelhança do que aconteceu, no último encontro do mesmo organismo em Estrasburgo, França.

Espera-se que para além das implicações relativas à realização da cimeira, num espaço urbano, cuja vida própria sofre por estes dias alterações radicais, não se verifiquem incidentes que tenhamos de lamentar, ou fiquem a marcar para sempre a data deste evento.

Independentemente de concordarmos ou não com a realização desta cimeira em Lisboa, dos profissionais de segurança privada, que directa ou indirectamente estejam ligados aos eventos e locais relacionados com o encontro politico, desde os aeroportos até às instalações onde se posicionem em actividade, em missão regular ou reforço, espera-se toda a atenção ao pormenor e uma permanente disponibilidade na acção preventiva, cumprindo os programas previstos para cada um dos locais e tarefas, que lhes estejam atribuidas, contribuindo desse modo para a transmissão da melhor imagem de portugal,  que por estes dias, é o centro das atenções mundiais.

Carlos Santos
Vigilante
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