| Demissão de Sócrates: Impõe-se |
O que aconteceu no passado sábado por todo o país, com especial destaque no Porto e em Lisboa, é o maior grito de descontentamento dos últimos trinta anos, neste caso, um rotundo não às politicas Socratianas, apesar de todos sabermos que a arrogância e despotismo do senhor, é de tal dimensão, que não há manifestação que para ele seja significativa, até porque como o mesmo declarou no mesmo dia em Bruxelas, "sente-se muito confortável com as decisões que toma".Os factos que nos tem saltado à estrada nos últimos dias, numa sucessão de autêntica irracionalidade política, tendo como protagonista José Sócrates e todo um governo que perde a cabeça a cada novo embate, é a maior demonstração de que para o inquilino de S. Bento, democracia é coisa de parolos, por isso já não se coibe de evidenciar perigosos sinais de ditadura, mesmo sabendo que o poder que detem é limitado na própria expressão popular, que lhe recusou maioria e consequentemente, poder de decisão unilateral. José Sócrates que ficará na história como a maior calamidade que aconteceu a este país, nos últimos trinta anos, que se agarra ao poder como uma lapa, desesperado por se aguentar politicamente vivo e subserviente para com os maiorais da europa, os seus actuais e únicos amigos, aqueles que lhe aquecem os tomates com cínicos elogios públicos, para o manipularem a seu belo prazer, comprando-lhe a honra ao desbarato, ainda não percebeu que o estão a transformar no "rapaz de Portugal", o paradigma "de falta de caracter e iniquidade política", que utilizarão no futuro nas suas cátedras de sociologia política, como exemplo, daquilo que não deve ser um político. O actual primeiro ministro de portugal, que não o será por muito mais tempo (esperamos), na sua ansia de protagonismo, ficou cego à realidade e mandou às urtigas, o compromisso para com aqueles a quem deveria governar, respeitando a sua condição de povo soberano, preferindo privilegiar os ditames da senhora Merkel, do senhor Trichet, ou do D'Barroso, o transfugas português, que lhe serve precisamente de modelo, nesta sua caminhada de traição ao povo e à Pátria. Este país está na expectativa de ver, até onde chegará a sobranceria do actual primeiro ministro, do seu ministro das Finanças e de todo o restante governo, que já não tem como disfarçar a incompetência e total incapacidade para continuarem à frente dos destinos de um país, que se afunda a cada novo dia, depois do seu habitual parceiro, o PSD, ter anunciado publicamente (esperamos que cumpra), que não lhe dará mais nenhum aval "PEC´iano", para desbaratinar o que nos resta, na sua senda para transformar Portugal, no maior laboratório de testes à pobreza da Europa Carlos Santomor
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