| A Côrte de Sócrates está em pânico |
O desnorte nas fileiras do governo é de tal ordem, que com o crescente descredito dos principais protagonistas do executivo, já transformam em porta vozes, as segundas e terceiras figuras, para brandir ameaças de terra queimada, empunhando o "fantasma" do fim do pão e das azeitonas, qual Kadafi ameaçador de um terror total.A exibição de um Secretário de Estado, que nunca teve direito a nenhuma espécie de protagonismo, na manhã de hoje (sábado), a exibir a "Bomba", ameaçando os portugueses, com o corte nos 13º e 14º mês, perspectivando ainda o despedimento de mais funcionários públicos, é a mais clara demonstração do descontrolo, do desnorte, da aflição que reina nas fileiras do actual poder. Sócrates e companhia, estão completamente em pânico, perante a perspectiva de ter de ir a eleições. Eles que sempre foram tão senhores do seu nariz, arrogantes quanto baste, prepotentes a toda a largura, nunca pensaram que algum dia seriam colocados perante a perspectiva, de serem corridos do quentinho de S. Bento, por reconhecida incompetência e incapacidade, para gerir os destinos deste país, por isso já não olham a meios para assustar as criançinhas. José Sócrates nunca se sentiu tão encurralado, por isso não será de estranhar que nos próximos dias, o vejamos a brandir a espada do terror, da fome, da miséria total, do fim do mundo, esquecendo-se que foi ele próprio o principal responsável e líder da "desgraça nacional", ao implementar políticas inaceitáveis e comprometedoras, ao dar aval às negóciatas com os amigos do capital, vendendo a alma ao diabo, colocando-nos nesta situação de bancarrota. Pelo que nos é dado ver, os velhos parceiros de Sócrates, estes PSDs famintos de poder, estão mesmo decididos a desbancarem-no de S. Bento, por isso o pânico o domina, aterrorizado com a hipótese desses novos inquilinos do palácio, se porem a divulgar as falcatruas, as negociatas, os embustes e os jogos de corrupção, que se encontram para já bem guardados, em cofres mais do que secretos. Não fossem as dores provocadas pela tirânica frieza destes doutores e engenheiros de domingo, cujas consequências nos tem a barriga quase vazia, a pele em arrepio e o estado de alma de rastos e seria um gozo, assistir à desesperada comédia, qual Dante de outros tempos, contemplar a queda livre de um governo, que alicerçou toda a sua dinâmica numa estratégia governativa destinada a criar uma nova geração de escravos, baseada no oportunismo, no favorecimento dos parceiros "Gambrinosos", na mais vil agressão, de forma fria e calculista, àqueles que o elegeram. O sucessivos folhetins, que tem dado à estampa nos últimos dias, com ataques e contra ataques, ameaças de apocalipse, marchas atráz em cima do joelho, tentativas de dar a volta à coisa, acusações e outros que ões, entre velhos "intrigas", são tão iníquos, que nem sequer serão dignos da novela mais rasca, que algum dia se pense fazer, acerca dos inaptos da política portuguesa. Estamos perante um cenário económico catastrófico, mas mais desgraçada que essa perspectiva, é a imagem que estes "pelintras de espírito" transmitem ao mundo, arrastando pela lama oito séculos de história, de valores e actos de coragem, que não tem rigorosamente nada a ver, com gentalha que transformou o símbolo do €, no seu próprio estandarte, como único e principal objectivo de vida. C.Santos Vigilante S.P.
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