Combate à Insegurança
PDF
Avaliação: / 0
FracoBom 
Quinta, 28 Agosto 2008 17:03

PRIVADOS PROPÕEM-SE PATRULHAR BAIRROS

primeira_peq.gifO jornal de negócios de hoje, faz manchete da pretensão da empresas de segurança, no sentido de passarem a efectuar serviço de patrulha, nos bairros mais problemáticos, que proliferam um pouco por todo o país.

Ao contrário dO título da notícia, as empresas não pretenderão substituir-se à polícia, mas sim executarem um serviço de patrulha complementar, passando a trabalhar naqueles locais, em estricta ligação às respectivas esquadras da zona.

 
A idéia tem cabimento e pode ser inclusivamente um forte incentivo para o sector, apesar dos riscos que esta tarefa específica, o "patrulhamento de bairros", encerra em si mesmo.

À semelhança do que acontece já em alguns países do mundo civilizado, essa será uma solução com que teremos de nos confrontar no curto prazo, como profissionais, obviamente preparados e com apoio de rectaguarda, que garanta a melhor prestação no dia a dia, desses grupos de trabalho.

Pela notícia do Jornal de negócios de hoje, as empresas já estarão inclusivamente a preparaar uma proposta para entregar ao governo, este por sua vez está aberto à iniciativa e disposto a avançar com a alteração legislativa, para que tal se concretize no curto prazo.

No entanto e não sendo contra a idéia, aliás somos mesmo a favor, porque esta vem reforçar o prestígio dos profissionais do sector,  somos no entanto de opinião, que nem o governo nem as empresas, se podem esquecer da especificidade desta tarefa em particular, daí a sua responsabilidade, em salvaguardarem aquando das alterações legais que terão de ser produzidas, a adopção de meios e das condições de trabalho, para os profissionais seleccionados.

É tempo de se perceber que o avanço da segurança privada, ou da vigilância, para àreas que anteriormente eram da exclusiva responsabilidade das forças policiais, só pode acontecer, se as alterações legais que terão de ser produzidas pelo legislador, também contemplarem os profissionais que passam a estar envolvidos nesses serviços específicos, como já acontece nos aeroportos e no transporte de valores.

Esse é o custo dessa mesma evolução para o sector, que não pode transformar-se unicamente num benefício acrescido para os resultados financeiros das empresas, mas é também obrigado a pensar nos profissionais, cujos perfis, formação e meios a utilizar, não tem nada a ver com o actual panorama do sector em portugal.
Share
 

Comentar

A utilização dos serviços e conteúdos ESTÃO ABRANGIDOS pelas "CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO" em vigor no PORTAL DA VIGILÂNCIA.
Os membros ou visitantes não utilizarão o Portal da Vigilância para transmitir, comunicar ou difundir de qualquer forma, opiniões ou conteúdos ilegais, difamatórios, de lesa terceiros ou que de qualquer outro modo, atentem contra os valores do Portal ou a dignidade das pessoas.
Os comentários inseridos, são publicados com edição prévia (moderados), mas serão sempre da exclusiva responsabilidade dos seus autores.
A administração reserva-se ao direito de eliminar os comentários que não cumpram as regras das condições de utilização do Portal.
-- A Administração do Portal da Vigilância


Código de segurança
Actualizar